quarta-feira, 21 de setembro de 2011

CENTUR divulga sua programação através do Portal Marituba!


PAUTA FCPTN
Mailling Informe da Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves
21 de setembro de 2011

MATÉRIA 01 – QURTA DE MÚSICA
Releituras dos reis da jovem guarda no projeto Uma Quarta de Música
Show presta tributo aos dois mais famosos Carlos da História da Música Popular Brasileira: Roberto e Erasmo.
Os reis da Jovem Guarda, Roberto Carlos e Erasmo Carlos, ganham uma merecida homenagem nesta quarta-feira (21), às 20h, com o espetáculo “Os Carlos”, atração do ¼ de música, no Teatro Margarida Schivasappa. Os ingressos custam R$ 10, com meia-entrada para estudantes.
O grupo “Os Carlos” é formado por Toninho Gaia (vocais e violão), Dan Bordallo (teclado e vocais), Jonatas Gouveia (contrabaixo), Pepeta (bateria) e Rafael Ishack (guitarra e saxofone).  A banda propõe versões diversas para os grandes sucessos da Jovem Guarda como “Eu sou terrível”, “Splish splash” e “Pega na mentira”. As músicas ganham uma roupagem de tango, funk, bolero e até samba-canção. 
O grupo foi formado há aproximadamente seis meses, com inspiração na banda recifense Del Rey, do músico China. “Vi um show deles na Lapa e deu vontade de trazer a ideia para Belém. A diferença é que a banda Del Rey só toca Roberto Carlos. Nós adicionamos o trabalho do Erasmo Carlos também”, explica o vocalista Toninho Gaia.
“Sempre escutei muita música de Jovem Guarda, indo para o colégio. Tinha aquele programa, ‘Roberto Carlos em detalhes’. Essa música ficou na minha vida por osmose”, brinca o músico. Além do show no Teatro Margarida Schivasappa, “Os Carlos” também se apresenta nas próximas sextas-feiras, 23 e 30 de setembro, no Sesc Boulevard, sempre às 19h.
Serviço: O espetáculo “Os Carlos” acontece nesta quarta-feira (21), às 20h, pelo projeto “1/4 de música”, no Teatro Margarida Schivasappa. Os ingressos custam R$ 10, com meia-entrada para estudantes.

MATÉRIA 02 – PROJETO ATRITO
Projeto Atrito volta a expor arte, rito e grito na Galeria Theodoro Braga
Sala de exposições no subsolo da Fcptn vira palco para experimentações. Pedro Vianna, Léo Chermont, Ulisses Parente e Netto Dugon são os convidados desta edição.
Fonte: Equipe da Galeria Theodoro Braga
Edição de Texto: Carlos Correia Santos / Coordenador Ascom Fcptn Centur
Um espaço de inter-relações, no qual a criação, como base do fenômeno artístico, é colocada em foco, tendo como premissas a espontaneidade do ato criador e o improviso: trampolim estético e impulso comunicativo. Uma experiência regida por sensações sinestésicas, pelos transportes possíveis à justaposição de manifestações artísticas diversas, em busca de uma resultante que revele suas mútuas provocações. Um choque entre linguagens artísticas, um atrito que produza a fagulha luminosa de um objeto estético.
Tudo isso é o projeto Atrito: arte rito grito, que se notabilizou como um espaço único de experimentação artística em Belém. A iniciativa está de volta à Galeria Theodoro Braga. Após um recesso de dois anos, o empreendimento, que consiste na reunião de artistas das mais diversas linguagens no espaço expositivo da Galeria para um confrontamento de proposições estéticas, retorna com força total, em novo horário, dentro da programação de encerramento da exposição Ciclos, do artista visual Diogo Vianna.
A sétima edição do projeto contará com a participação dos artistas Léo Chermont (música), Pedro Vianna (literatura, música), Ulisses Parente (vídeo, fotografia) e Netto Dugon (teatro, peformance). A ideia básica é levar os artistas a uma interação, a uma interferência mútua entre suas linguagens, sem temas amarrados, e sem regras rígidas. A única regra é estar. A partir disso, tudo (e nada) pode acontecer. O evento conta também, em sua estrutura, com a presença de dois debatedores convidados, o artista visual, professor e Ms. Alexandre Sequeira, e a artista visual Daniely Meireles, que assistirão, junto ao público, a toda a performance dos artistas, e se incumbirão de, ao fim da primeira parte do projeto, provocar um debate sobre questões como o ato criador, arte contemporânea, inter-relação de linguagens, e o que mais ocorrer. Haverá ainda, ao longo do evento, a intervenção-passagem do grupo de passeio ciclístico Eart.
Serviço: Projeto Atrito: arte rito grito - Sétima Edição. Com Léo Chermont, Ulisses Parente, Netto Dugon e Pedro Vianna. Dia 21 de setembro, às 19h, na Galeria Theodoro Braga da Fcptn Centur. Entrada Franca


MATERIA 03 – BASTIDORES DO LÍBERO LUXARDO
Por trás da telona, várias cenas de trabalho e dedicação

Equipe do Líbero Luxardo conta como se faz para que os filmes cheguem ao escurinho do cinema que mantém um dos públicos mais fiéis de Belém

Texto: Nayra Bastos / Estagiária Ascom Fcptn Centur
Edição de texto: Carlos Correia Santos / Coordenador Ascom Fcptn Centur


A tela se ilumina. A magia acontece. Lágrima, riso. Susto, suspense. Emoções variadas em 24 poses por segundo. Como tudo isso acontece? Luz, empenho, ação. Quem senta na poltrona e assiste ao que se passa em uma tela de cinema não imagina o trabalho que começa meses antes de se chegar ao momento mágico em que plateia e filme se encontram. A equipe do Líbero Luxardo, uma das mais bem sucedidas salas de exibição do Estado, abre seus sets e conta alguns segredos.

“Nós temos contrato com algumas distribuidoras. Selecionamos um filme nos catálogos pra ser exibido daqui a dois meses. Entramos em contato com a distribuidora. Montamos o cronograma, calculando o tempo para o filme chegar da transportadora. Paralelo a isso, já está sendo feita a divulgação e a mala direta”, explica Maurício Dias, programador e produtor. No caso do Líbero Luxardo, a programação de um semestre inteiro é definida de uma vez.

Assim, o cinema tem margem para imprevistos. Que não são tão raros, segundo a gerente Patrícia Lio. “Os filmes são locados pra cinemas de todo o Brasil e são levados de ônibus. Então, já aconteceu da transportadora ir buscar e a distribuidora não estar com ele ainda. Foi uma confusão, o filme já estava sendo divulgado, ainda iria ser exibido por quinze dias. Mas, no final, deu certo!”, conta. 
Para evitar estes contratempos, diz a gerente, o trabalho do grupo é o mais organizado possível. Quando acontece algum problema técnico, a equipe de projeção entra em cena. “Pode acontecer de faltar luz no meio da sessão. Ou da película chegar desgastada, soltar a emenda. Principalmente no caso dos filmes mais antigos. Nossa equipe está sempre atenta e preparada para contornar qualquer dificuldade”, afirma Maurício. Ele ressalta que quem faz a restauração é o Museu da Imagem e do Som.

Tanto cuidado com as películas tem justificativa: alguns filmes custam mais de 40 mil reais! “É um material muito caro pra se manter aqui. Por isso, quem detém este acervo são as distribuidoras e pagamos por essa locação”, explica o programador. “A gente exibe por duas semanas e depois o filme volta para lá”.

Com a primeira etapa concluída, filme na mão, é hora de entrar em cartaz. Sobre os bastidores do trabalho no Líbero, Patrícia tem opinião apaixonada: “É complexo e prazeroso. A gente tem uma série de obrigações tanto internas quanto com relação aos nossos parceiros. Mas o gratificante é isso: que tudo dê certo, que o público saia satisfeito. O nosso maior presente é promover o acesso aos bens culturais audiovisuais. Essa é a função do Líbero Luxardo. Isso faz parte da missão da Fundação Tancredo”, conclui Maurício.

SUCESSO

O público cativo do Cine Líbero Luxardo já sabe: o espaço tem a Sessão Maldita e a Sessão Cult. Esta última, produzida pela ACCPA (Associação dos Críticos de Cinema do Pará), acontece em sábados alternados, às 16h. Voltada ao cinema clássico, a programação é famosa pelos debates após as exibições. “É uma conversa informal. É para todo mundo sair com uma ideia do filme. E as pessoas participam mesmo”, conta Maurício.

A Sessão Maldita, apesar de contar com parceiros, é uma programação do próprio cinema. Existe desde 1989. Mas por que o nome mesmo? “É porque são filmes à margem até mesmo do circuito cultural, bem lado B”, explica Maurício Dias. “Tem essa coisa do alternativo, do horário (já chegou a terminar depois da meia noite) e dos próprios diretores dos filmes, que são considerados ‘malditos’”. O estilounderground da Sessão faz com que os atuais produtores, os críticos da APJCC (Associação Paraense de Jovens Críticos do Cinema), tenham todo um trabalho de garimpar materiais especiais no mercado. O resultado pode ser visto a cada 15 dias, nas sexta-feiras, a partir das 21h.

E tem ainda a Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul. Criada em 2006 pela Secretaria Especial de Direitos Humanos. Ela exibe longas e curtas que retratam temas que fogem ao estereótipo hollywoodiano: a inclusão dos portadores de necessidades especiais, o preconceito racial e religioso, a igualdade sexual, dentre outros. Os filmes são divididos em três categorias: contemporâneo, homenagem e retrospectiva histórica.

“A gente monta de forma conjunta. A Secretaria Especial de Direitos Humanos idealiza, a Cinemateca Brasileira vê os filmes produzidos durante o ano anterior e os seleciona. Nós mandamos a nossa disponibilidade de horário e, a partir daí, é montada uma grade, ou programa, com a duração de duas horas. Nessas duas horas são exibidos tanto longas quanto curta-metragens. E em algumas produções o diretor ainda vem bater papo com o público. Ano retrasado, vieram alguns da Venezuela, da Argentina, da Colômbia”, detalha Patrícia Lio.

Na quinta edição, em 2010, foram mostrados 41 filmes em 20 cidades diferentes. São estórias que vão desde uma banda argentina formada por pessoas cegas (“Mundo Alas”), até as memórias de  uma criança brasileira da década de 70 (“O ano em que meus pais saíram de férias”), passando por uma professora que adota, sem saber, a filha de uma desaparecida política (“A história oficial”). “É uma troca de experiências”, comenta Maurício Dias.

Outro projeto parceiro é a sétima edição do Cinema Atual Espanhol. São cinco produções do país europeu de 2009 a 2010, escolhidas entre obras de diretores consagrados e iniciantes. Assim como a mostra Direitos Humanos, a Cinema Atual Espanhol estará em outras capitais brasileiras. A promoção é da Cinemateca Brasileira, junto com a Embaixada da Espanha no Brasil e a Agência Espanhola de Cooperação Internacional (AECID). E será que dá tempo de a equipe do Líbero Luxardo assistir tudo isso? “Sem dúvida!”, respondem de pronto Patrícia e Maurício.

SESSÃO VITRINE

Recentemente foi fechada parceria com a distribuidora Vitrine Filmes, informa Patrícia Lio. A empresa compila longas e curtas brasileiros do circuito independente que já estiveram em festivais nacionais e/ou internacionais. Batizado de “Sessão Vitrine”, o projeto exibirá sessões diárias no Líbero Luxardo e em mais sete cinemas alternativos nas capitais.

“Cada filme será exibido durante uma semana. Antes de cada um, tem um curta-metragem”, diz a gerente.  Patrícia explica a ideia do projeto: “Esses filmes não estão nem em locadoras. Esperamos formar uma carreira pra eles, torná-los conhecidos”. A “Sessão Vitrine” pode ser vista sempre às 17h.
Bate, então, a claquete. Fim? De forma alguma. O melhor é que todo esse trabalho nunca para de reiniciar. Então, pegue seu tíquete, chame os amigos, e venha conferir o trabalho do Cine Líbero Luxardo!

Serviço
Cine Líbero Luxardo: térreo da Fundação do Pará Tancredo Neves. Mostra Cinema Espanhol: 12 a 16 de outubro, às 19h. Mostra Direitos Humanos: 19 a 30 de outubro. Horários ainda não confirmados. Sessão Vitrine: até 24 de setembro, às 17h.
Em reconhecimento a Consolidação do Portal Marituba como o Site Oficial da Cidade do Menino Deus a Fundação Cultural tancredo Neves nos enviou sua programação cultural para ser divulgada aqui, então abaixo a programação para todos aqueles que curtem uma boa dose d e cultura de qualidade!


MATÉRIA 04– HEMEROTECA DA FCPTN
Um departamento que coleciona as várias manchetes do nosso cotidiano
Hemeroteca da Fcptn Centur oferece aos usuários da Arthur Vianna base de dados sobre variadas notícias, ferramenta fundamental para pesquisas
Por Nayra Bastos / Estagiária Ascom Fcptn Centur
Edição de texto: Carlos Correia Santos / Coordenador Ascom Fcptn Centur
No grego, “Heméra” significa “dia”, e “Théke”, “depósito ou coleção”. Funcionando desde fevereiro de 2001, na Biblioteca Pública Arthur Vianna, a Hemeroteca faz jus ao seu nome: arquiva recortes de jornais nacionais e paraenses, sobre assuntos que vão desde doenças até nomes de personalidades e profissões.

A bibliotecária Rita Guimarães, que trabalha no espaço desde 2005, explica que o material é guardado do mais antigo ao mais recente, dentro de pastas contendo no máximo cinquenta recortes cada. Os arquivos são organizados em ordem alfabética, separados por lugar de origem: Brasil, Pará e, dentro deste, municípios paraenses.

Para facilitar o processo, ela diz que o serviço começa na Gerência de Processos Técnicos (GPROS). Lá, um funcionário corta, cola, coloca o assunto da matéria e deixa na Biblioteca. Guimarães classifica os assuntos e passa o material para o assistente administrativo Célio Nascimento. “Ele insere o recorte nas pastas, pega uma ficha nova e identifica o assunto”, diz.

A bibliotecária explica ainda que, periodicamente, procede-se o descarte: a cada cinco anos, o departamento se desfaz dos recortes considerados irrelevantes, por serem pouco procurados ou por estarem muito desgastados. “Quando a página está bem velhinha, procuramos uma igual no Obras do Pará. Mas se não tiver nenhuma, o jeito é descartar”, revela.

Os temas mais pesquisados  acabam ganhando atenção especial: “Alguns assuntos são muito procurados, como os jornais sobre o sindicalista Paulo Fontelles. O tema violência também é muito atual, um dos que mais conta com matérias”, detalha.

SUPORTE IMPORTANTE

A hemeroteca começou como divisão da sala de Periódicos, na Biblioteca. Hoje, ela funciona sob o comando da Diretoria de Linguagem (DLI), e da Gerência da Biblioteca Pública Arthur Vianna (GBPAV). No dia 1º de cada mês, Rita Guimarães envia um relatório qualitativo e quantitativo a esta Gerência.

Mais do que um mero arquivo, a seção auxilia quem quer pesquisar assuntos abordados sob o enfoque jornalístico, publicados a partir de 1990.
ServiçoHemeroteca da Biblioteca Pública Arthur ViannaFuncionamento: segunda a sexta, de 8h30 às 13h e de 14h às 19h.


MATÉRIA 05 – ARTHUR VIANNA REALIZA OFICINA DE STOP MOTION

Fundação Tancredo Neves abre suas portas para a arte do “stop motion”
A arte da animação é tema de programação especial realizada na Gibiteca da Biblioteca Pública Arthur Vianna, da Fcptn
Por Monique Malcher / Estagiária da Ascom Fcptn Centur
Edição de texto: Carlos Correia Santos / Coordenador Ascom Fcptn Centur
Escrever um roteiro, desenhar um story board, confeccionar um cenário, transformar massinha em personagens, fazer foto de cada movimento, juntar todas as fotos e editar tudo. Cansa só de pensar em todo o trabalho que dá para fazer uma animação em stop motion.
Até o dia 23 de setembro, das 16h às 17h30, na Gibiteca da Biblioteca Pública Arthur Vianna, acontecerá a oficina “Animação como linguagem artística na comunicação”, ministrada pelo designer gráfico Rosinaldo Pinheiro.
A oficina tem o objetivo de estimular a criatividade e o produto é a criação de uma estória conjunta ou de várias. Além disso, o desenvolvimento desse processo narrativo possibilita que sejam vivenciados, através da dramatização das imagens, vários conteúdos. Dentre eles, a importância do aspecto regional na criação das narrativas. Para a edição das animações serão usados softwares livres, já que alguns programas de edição são muito caros, diminuindo a acessibilidade para quem deseja animar e tem poucos recursos.
O stop motion foi criado a partir do fenômeno chamado “persistência retiniana”, que provoca a ilusão no cérebro humano de que algo se move continuamente quando existem mais de 12 quadros por segundo. É a técnica cinematográfica da ilusão de ótica.
Criador da “Turma do açaí”, designer gráfico, web designer e desenhista. Rosinaldo Pinheiro, com seus óculos pequenos e jeito humilde, é, antes de qualquer título profissional, um apaixonado por desenho e animação. A “Turma do açaí” tem mais de 10 anos. O projeto contas as aventuras de um grupo de personagens regionais preocupados com a causa ambiental. Os quadrinhos podem ser encontrados no site www.aturmadoacai.com.br ou no portal da Secretária de Educação do Pará.
TRAJETÓRIA
O menino que frequentava a Gibiteca para desenhar os primeiros rabiscos, hoje é profissional e volta ao espaço para ensinar o passo a passo para quem sonha um dia animar suas próprias estórias. O amor pelo desenho e pela animação não é recente. Rosinaldo recorda os tempos do projeto “Ponto  de fuga”, com Gian Danton e Joe Bennett, no qual já ensaiava os primeiros rabiscos da “Turma do açaí”.

O Ponto de Fuga foi o primeiro grupo de quadrinhos de Belém. Com exposições de fanzines, o grupo despertou a atenção de uma geração, que se tornou louca por quadrinhos. O grupo surgiu depois de uma oficina realizada também na Biblioteca Pública Arthur Vianna da Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves.

Segundo o designer, em Belém, já existe uma boa produção de animação, mas é preciso que os artistas não esqueçam suas raízes regionais. “Meu objetivo é criar histórias locais. Não tenho nada contra desenho japonês ou americano, mas acho importante misturá-los com coisas do Pará. Temos que valorizar a cultura regional”, afirma Rosinaldo.
A TÉCNICA
Tudo começou quando o mágico e ilusionista francês George Mélies filmou parte de “Viagem à Lua”, de 1902, usando a técnica de stop motion. Assim, a técnica ganhou fama e foi aprimorada por diretores de cinema e, durante muito tempo, foi usada em filmes com robôs e monstros.
O stop motion foi utilizado também em “Star Wars”, do diretor George Lucas, que encantou gerações. O diretor Tim Burton também lançou mão da técnica em “Vincent, um curta-metragem de terror para crianças. Em 2005, o diretor repetiu a dose, com “A Noiva CadáverOutros exemplos são “A Fuga das Galinhas”, dos diretores Nick Park e Peter Lord, e “O Estranho Mundo de Jack”, de Henry Selick.
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